
No amparo de bens culturais
A museologia pede conhecimento e uma série de estratégias em favor do que é raro e quase sempre belo, uma profissão de alta responsabilidade porque envolve bens públicos ou privados relativos ao patrimônio cultural e histórico de instituições. A museóloga Cristina Maria Dalla Nora administra diariamente uma rotina intensa entre acervos, projetos e instituições, entre elas o Instituto Collaço Paulo – Centro de Arte e Educação, em Florianópolis (SC).

Entre Weingartners
Paulo Gomes, professor doutor que vive em Porto Alegre (RS), aproveitou no último mês de março, dias agradáveis em Florianópolis (SC), onde veio a convite do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), numa iniciativa da linha de teoria e história das artes visuais.

Nas subjacências de raridades
Natural de Itajaí, nascida em 1957, Sára Fermiano ancora a sua vida em Florianópolis desde 1975, onde pavimenta uma trajetória profissional pautada por raros concorrentes. Poucos são aqueles que se dedicam à conservação e restauração de obras artísticas. Em Santa Catarina é possível contar nos dedos os que efetivamente atuam e desfrutam de credibilidade.

Arte e espiritualidade
Natural de Três Pontas (MG), o artista Gustavo Nazareno, 30 anos, vive e atua em São Paulo. Sua trajetória chama a atenção por uma rápida ascensão, a partir da participação em grandes feiras internacionais. Autor de trabalhos que transitam entre ancestralidade e fé, ele dilui as fronteiras entre discursos e campos disciplinares, estabelece cruzamentos múltiplos entre religiosidade afro-brasileira, moda e história da arte. O lápis e pincel são as ferramentas principais em favor de obras carregadas de hibridismo entre formas, tempos e instâncias discursivas.