Curador do multiculturalismo

Entre o Brasil e a França desde 1992, casado com uma brasileira, o curador independente Marc Pottier atua em trânsito internacional, próximo de museus, galerias e instituições, exercendo influências e articulações. Especializado em arte contemporânea e a arte em espaços públicos, põe o conhecimento e a expertise da atuação no Ministério das Relações Exteriores Francês,… Continuar lendo Curador do multiculturalismo

Busca de novas constelações

Carioca, nascida em junho de 1979, Alice Viana Bononi é a nova curadora-chefe do Instituto Collaço Paulo – Centro de Arte e Educação. Ao assumir a função, traz uma bagagem de estudos e experiência hoje centradas em pesquisas no campo da história, teoria e crítica das artes visuais, com ênfase nas relações entre arte, cultura… Continuar lendo Busca de novas constelações

Sobre o mundo da arte

A convite do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), o professor doutor Emerson Dionisio Gomes de Oliveira em recente visita a Florianópolis ministrou uma aula magna e o curso “História da Arte: Coleções e Museus”, composto de três aulas, uma das quais realizada no Instituto Collaço… Continuar lendo Sobre o mundo da arte

Entre tesouros

O historiador de arte Tiago Martins tem privilégios que poucos alcançam, como o de poder transitar nos bastidores do Museu do Louvre, do Museu de Belas Artes de Orléans, do Museu de Belas Artes de Amiens, Palácio de Versalhes e do Museu de Belas Artes de Bayonne, em Paris, onde vive há 17 anos. Junto a uma equipe, ajuda recentemente a restaurar oito pinturas da Catedral de Notre-Dame, após o incêndio em 2019. “Emocionante ver essas obras novamente expostas na catedral depois da reabertura”, diz ele.

Revelações de Antelo

Raul Antelo, argentino nascido em Buenos Aires em 1950, vive no Brasil desde o início dos anos 1980, primeiro em São Paulo (SC), onde estuda na Universidade de São Paulo (USP), e depois, a partir de 1994, em Florianópolis (SC), começa a carreira acadêmica como professor titular na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Naturalizado como brasileiro, firma-se como pesquisador, autor, conferencista, professor visitante de universidades de outros países, autor de inúmeros livros, organizador de outros, coordenador editorial, como na Coleção Vozes Vizinhas (Ed.Argos) e editor da “Obra Completa” de Oliverio Girondo (1891-1967) para a coleção Archives da Unesco, conferencista, idealizador de projetos e mais recentemente, já fora da UFSC, passa a atuar também como curador.

No amparo de bens culturais

A museologia pede conhecimento e uma série de estratégias em favor do que é raro e quase sempre belo, uma profissão de alta responsabilidade porque envolve bens públicos ou privados relativos ao patrimônio cultural e histórico de instituições. A museóloga Cristina Maria Dalla Nora administra diariamente uma rotina intensa entre acervos, projetos e instituições, entre elas o Instituto Collaço Paulo – Centro de Arte e Educação, em Florianópolis (SC).

Entre Weingartners

Paulo Gomes, professor doutor que vive em Porto Alegre (RS), aproveitou no último mês de março, dias agradáveis em Florianópolis (SC), onde veio a convite do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), numa iniciativa da linha de teoria e história das artes visuais.

Nas subjacências de raridades

Sára Fermiano / Foto NProduções

Natural de Itajaí, nascida em 1957, Sára Fermiano ancora a sua vida em Florianópolis desde 1975, onde pavimenta uma trajetória profissional pautada por raros concorrentes. Poucos são aqueles que se dedicam à conservação e restauração de obras artísticas. Em Santa Catarina é possível contar nos dedos os que efetivamente atuam e desfrutam de credibilidade.

Arte e espiritualidade

Natural de Três Pontas (MG), o artista Gustavo Nazareno, 30 anos, vive e atua em São Paulo. Sua trajetória chama a atenção por uma rápida ascensão, a partir da participação em grandes feiras internacionais. Autor de trabalhos que transitam entre ancestralidade e fé, ele dilui as fronteiras entre discursos e campos disciplinares, estabelece cruzamentos múltiplos entre religiosidade afro-brasileira, moda e história da arte. O lápis e pincel são as ferramentas principais em favor de obras carregadas de hibridismo entre formas, tempos e instâncias discursivas.

Na trilha de Elke Hering

Autora dos livros: “Elke Hering: Crítica, Circuito e Poética” (2018), “Lindolf Bell: Crítica de Arte em Santa Catarina” (2020) e “Dalme Marie, Escultora” (2021), a pesquisadora e doutora Daiana Schvartz agrega mais uma publicação ao seu currículo: “Elke Hering: Diários de Formação” ganha pré-lançamento no dia 30 de novembro, quando também faz uma palestra no Instituto Conversa, um dos programas do Núcleo Educativo do Instituto Collaço Paulo – Centro de Arte e Educação.

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